segunda-feira, 23 de maio de 2016

Da importância da atividade física...


Boa  noite, pessoal... 
Tudo tranquilo nesta segunda-feira fria?



Hoje o dia foi super puxado e corrido, muita coisa pra fazer e muitos atendimentos pela manhã lá no IPGG.


Normalmente, nosso público, os idosos, tem pouca escolaridade, pouco acesso a diversos serviços, realizam pouca atividade física, mas, no geral, tem autonomia e independência. Dois conceitos super importantes da Gerontologia relativos aos aspectos biopsicossociais de um indivíduo.

Hoje, um dos pacientes que atendi, está na contra-mão deste padrão, ao mesmo tempo em que está no fluxo dela.

Já no início da anamnese fiquei surpreendida: Ele tem 74 anos de idade. Até aí, tudo ok. Mas ele aparentava ter 60, ou talvez menos.

E, aí, durante a anamnese surge a razão para isso: o trabalho que realizava cobrava dele um maior autocuidado e, além disso, ele realiza atividade física de forma regular desde a juventude, além de sempre manter a mente ativa. 

Isso faz diferença. E ainda havia outras razões.

Nunca fumou, bebe pouquíssimo... 

Então, quando pensamos na atividade física, bem realizada, com frequência e regularidade, na intensidade que o corpo permite e aceita, sem dor ou ultrapassando os próprios limites, há muitas vantagens.

E manter um corpo saudável não requer apenas a atividade física. Requer também atenção nos alimentos de modo geral, pois tudo é possível, desde que com moderação. Requer também autocuidado, consultas regulares quando há patologias (doenças) já instaladas ou, no mínimo, 2 vezes por ano para realizar os exames clínicos usuais para manutenção da saúde.

Ou seja, são vários cuidados que, associados, garantem sucesso para uma vida inteira. Da juventude à velhice, com estes cuidados, podemos todos ser idosos bem dispostos, alegres, ativos.

Afinal, aos 74, 78, 83... Caminhar 10 km ou até mais, jogar vôlei, fazer judô, caratê, natação, tai shi, correr maratona...

Atividade física faz parte da vida. Exercício precisa ser bem orientado e acompanhado, mas se movimentar podemos fazer todos os dias, respeitando os próprios limites.

E você, já fez sua caminhada hoje?

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